Grãos de soja antes de florescer

Agricultura Sustentável

As autoridades brasileiras exigem que novos empreendimentos agrícolas sejam sustentáveis e compatíveis com a legislação nacional e com as normas ambientais locais. Os métodos de produção agrícola da Agrifirma obedecem integralmente à política do governo. A estratégia da empresa é desenvolver terras somente em áreas onde outros empreendedores agrícolas obtiveram aprovação de licenças ambientais anteriormente:

A filosofia da Agrifirma é a de que cuidar do meio ambiente é o caminho mais seguro para obter os melhores resultados da terra que está explorando. Os métodos de produção agrícola ecologicamente corretos tornam o solo mais rico e mais saudável e preservam o potencial da terra para as gerações futuras.
  • A Agrifirma não opera na Floresta Amazônica ou em áreas com risco de desmatamento. A terra a ser explorada é caracterizada por baixa densidade de vegetação rasteira.
  • Todas as exigências de enquadramento para a preservação da terra são rigorosamente cumpridas em virtude da política corporativa. Na prática, nós preservamos mais terras em nossas fazendas do que exigido pela lei.
  • O Brasil tem mais exigências de alocação de terras como reserva do que a maioria dos outros países (20%-35%) e é o único país onde as empresas agrícolas não recebem nenhuma compensação financeira pelo cumprimento dessas exigências.
  • A Agrifirma mantém um acordo de cooperação com a The Nature Conservancy (TNC), uma das mais importantes ONGs ambientais do mundo, resultando em uma parceria que visa a adoção das melhores práticas ambientais. Trabalhamos também em parceria com Aliança da Terra.
  • Os empreendimentos agrícolas são baseados em tecnologia de ponta, incluindo adubação, rotação de culturas, irrigação e controle de ervas daninhas, para garantir que a nossa produção seja sustentável ao longo do tempo.
  • Sempre que possível, a Agrifirma adota sistema de cultivo mínimo e tecnologia de plantio direto. O plantio direto minimiza o uso de água, economiza no consumo de combustível, conserva os nutrientes naturais do solo e  melhora as condições biológicas, físicas e químicas do solo, que por sua vez aumentam a produção e reduzem as emissões de carbono.
  • Com métodos de plantio direto, a palha e outros materiais orgânicos deixados pela safra anterior são preservados. O resultado é uma melhoria na fertilidade do solo, o dióxido de carbono é retido e não liberado para a atmosfera, a água é utilizada de forma mais eficiente e a erosão do solo é evitada. São necessários menos fertilizantes químicos e combustíveis fósseis.
  • Através do plantio regular de novas gramíneas durante o ciclo de vida da transformação das terras, os métodos agrícolas sustentáveis asseguram que o cultivo resulte em sequestro líquido de carbono ao invés de perda líquida de carbono – uma grande diferença em relação às operações agrícolas comerciais no hemisfério norte.
  • A política da Agrifirma é de 100% de conformidade com as regulamentações governamentais sobre o uso de organismos geneticamente modificados.
  • Nós monitoramos regularmente a situação dos recursos hídricos em nossas fazendas (rios, lagos e poços). Até o momento não encontramos nenhum vestígio de fertilizantes, produtos químicos ou qualquer outro subproduto em virtude das nossas atividades agrícolas nas fontes de água e nenhum aquífero subterrâneo está sendo esgotado.
  • As áreas alocadas como reserva e áreas de preservação em nossas fazendas são cuidadosamente planejadas de forma a ligar cinco rios e criar um espaço vivo contínuo para uma ampla gama de espécies nativas.
  • O sucesso da Embrapa, o instituto brasileiro de pesquisa agrícola, no desenvolvimento de métodos visando permitir o cultivo de solo anteriormente impróprio para cultivo é um marco importante no desenvolvimento de novas fontes de alimentos e de alimento animal para o mundo. Essa descoberta inovadora foi destaque em um artigo do The Economist (consulte “The Miracle of the Cerrado” [O Milagre do Cerrado], Agosto de 2010).
  • O Brasil é o primeiro país no mundo a demonstrar que é possível obter uma produção agrícola de nível mundial a partir de cultivo comercial em uma região tropical. Todas as principais cestas de alimentos do mundo, tais como as pradarias canadenses, o centro-oeste dos Estados Unidos e as estepes da Europa encontram-se em zona de clima temperado.
  • Ao contrário dessas zonas temperadas, onde o arado é necessário para cultivar com sucesso, as fazendas brasileiras são capazes de fazer muito mais uso de métodos de plantio direto e de plantio mínimo que produzem uma melhor retenção de carbono e, no final das contas, com a adição de novas gramíneas, sequestrar mais carbono do que elas usam;
  • Portanto, o modelo brasileiro tem o potencial de uma melhoria significativa no atual desequilíbrio entre a oferta e a demanda no mercado global de alimentos, com uma redução do risco de prejuízo ambiental sério e duradouro – uma evolução positiva para o bem-estar da humanidade no século 21.
  • Para que isso seja alcançado, é importante que os métodos agrícolas ambientalmente sustentáveis sejam incentivados e implantados de forma eficaz. Apesar do rápido crescimento econômico dos últimos 20 anos, 60% da massa terrestre brasileira mantém o seu bioma e paisagem nativos. A título de comparação, na Europa após vários séculos de cultivo esse índice é inferior a 1%.

© Agrifirma Brazil Limited 2010. Todos os direitos reservados